Deisi Machado Massoterapeuta

Guia de técnicas · Curitiba · 2026

Tipos de massagens corporais: qual delas resolve o que você está sentindo

São nove técnicas com nomes parecidos e propósitos bem diferentes. A que solta a tensão do fim do dia não é a mesma que trata uma contratura instalada, e nenhuma das duas é a que reduz inchaço. Este guia mostra onde cada uma trabalha no corpo, o que ela resolve de verdade e como escolher pela sua queixa em vez do nome mais conhecido.

Escrito por quem aplica: as nove técnicas que uso no atendimento e a pergunta que escolhe entre elas.
Massoterapeuta aplicando massagem corporal nas costas de uma cliente em Curitiba

Resposta rápida

Os principais tipos de massagens corporais são relaxante, terapêutica, liberação miofascial, modeladora, drenagem linfática, shiatsu, ventosaterapia, reflexologia e auriculoterapia. A escolha não depende do nome da técnica, e sim do que você está sentindo: tensão acumulada do dia, contratura instalada, inchaço ou dor localizada.

Neste guia
  1. Onde cada técnica trabalha no corpo
  2. O que é massagem terapêutica, afinal
  3. As nove técnicas, uma a uma
  4. Como escolher pela queixa, e não pelo nome
  5. Quando massagem não é o caminho
  6. Perguntas frequentes
  7. Referências

Quase todo mundo escolhe a massagem pelo nome. Chega pedindo relaxante porque foi a que ouviu falar, ou modeladora porque viu no Instagram, e deita na maca com uma queixa que aquela técnica não foi feita para tratar.

Atendo em Curitiba, no Ecoville, e a conversa antes de encostar em alguém é sempre a mesma: o que dói, há quanto tempo e o que você já tentou. É essa resposta que escolhe a técnica. O cardápio vem depois, nunca antes.

Reuni aqui as nove técnicas que aplico, separadas por onde cada uma trabalha e pelo que ela resolve. No fim, a parte que quase nenhum guia escreve: o que fazer quando a resposta não é massagem nenhuma.

O mapa

Tipos de massagens corporais: onde cada técnica trabalha

Antes de comparar nomes, vale ver o alcance. Algumas técnicas tratam um ponto do tamanho de uma moeda, outras percorrem o corpo inteiro, e é essa diferença que costuma decidir qual serve para você.

Tipos de massagens corporais: onde cada técnica trabalha. As nove técnicas que aplico, o alcance de cada uma no corpo e o que ela resolve. Alcance maior não significa técnica melhor: significa que ela foi feita para outra pergunta.
Técnica e o que ela resolveAlcanceOnde ela trabalha
Auriculoterapia Ansiedade, sono ruim e apoio a quadros de dorOrelhaPontos no pavilhão da orelha, sem manobra corporal.
Reflexologia Cansaço geral, pés pesados, tensão difusaPés e mãosPontos específicos nos pés e nas mãos.
Ventosaterapia Rigidez localizada e pontos que não soltam na mãoRegiãoUma região por vez, como a lombar ou o trapézio.
Massagem modeladora Contorno corporal, em objetivo estéticoRegiõesRegiões escolhidas, como abdômen, flancos e coxas.
Liberação miofascial Dor que volta sempre ao mesmo lugar e restrição de movimentoCadeiaA cadeia inteira ligada à queixa, não só o ponto que dói.
Massagem terapêutica Contratura, torcicolo e dor de origem muscularRegiãoA região da queixa, lida no contexto do corpo todo.
Drenagem linfática Retenção de líquido, sensação de inchaço, pós-operatórioCircuitoCircuito do corpo inteiro, seguindo o caminho da linfa.
Shiatsu Tensão generalizada, rigidez que não tem um ponto sóCorpo todoCorpo inteiro, seguindo linhas de pressão.
Massagem relaxante Tensão acumulada do dia a dia e estresseCorpo todoCorpo inteiro, em sequência contínua.

Repare que vários alcances se repetem, e é assim mesmo. Nenhuma técnica é uma caixa fechada: a terapêutica pode se concentrar num ombro, e a miofascial quase sempre trata longe de onde dói, porque a fáscia liga uma região à outra. O que a tabela mostra não é uma regra, é a pergunta que cada técnica costuma responder.

E há um efeito colateral disso que quase ninguém percebe na hora de agendar. Como a relaxante é a mais conhecida, ela vira a escolha padrão para tudo. Quem está com uma contratura na lombar marca uma relaxante, passa uma hora ótima e levanta da maca com a contratura exatamente onde estava.

A pergunta útil não é “qual massagem é a melhor”, e sim “qual técnica trata o que eu tenho”. O nome vem depois dessa resposta, nunca antes.

A confusão mais comum

O que é massagem terapêutica, afinal

Não é uma técnica na lista. É o propósito com que qualquer uma delas é aplicada.

Massagem terapêutica é a massagem aplicada para tratar uma queixa específica, depois de uma avaliação. Ela não tem manobra própria: usa as manobras que já existem, escolhidas conforme o que o corpo mostrou. Duas pessoas com “dor no ombro” podem sair da mesma sessão tendo recebido coisas bem diferentes.

A diferença prática entre relaxante e terapêutica não está na força do toque, e sim no ponto de partida. A relaxante começa pelo protocolo: uma sequência que percorre o corpo inteiro, igual para quase todo mundo, porque o objetivo é soltar a tensão geral. A terapêutica começa pela sua queixa e monta a sessão em volta dela.

É por isso que, no meu atendimento, a primeira coisa não é a maca. É perguntar o que dói, há quanto tempo, o que piora e o que você já tentou. Sem essa conversa, qualquer técnica vira aposta.

Antes de agendar

Faça uma pergunta simples, seja qual for o profissional: “o que você vai avaliar antes de começar?”. Quem trabalha com método responde na hora e sem constrangimento. Se ninguém perguntar nada sobre o seu histórico e te colocarem direto na maca, vale procurar outro lugar.

Uma a uma

As nove técnicas de massagem corporal, uma a uma

O que cada uma faz, como ela é na maca e para quem costuma servir.

Tensão sem endereço certo

Massagem relaxante

Massagem relaxante é a técnica-base: manobras contínuas, deslizamentos longos e amassamentos de intensidade leve a moderada, percorrendo o corpo inteiro numa sequência. Serve para a tensão que se acumula sem ter um ponto de origem claro, aquela de semana cheia e noite mal dormida. É a mais procurada e a mais mal indicada, porque vira a escolha padrão até para quem chegou com dor localizada.

Massagem relaxante em Curitiba

Uma queixa para tratar

Massagem terapêutica

Massagem terapêutica não é uma manobra, é um propósito: tratar uma queixa depois de avaliar. A sessão é montada em volta do que você relatou, e por isso muda de pessoa para pessoa. É a indicada para contratura, torcicolo e dor de origem muscular, e é a que mais depende de quem está aplicando, porque exige saber o que está sob a mão.

Especialidades do atendimento

A dor que sempre volta

Liberação miofascial

Liberação miofascial trata a fáscia, o tecido fino que envolve e conecta os músculos. Em vez de amassar, o toque é sustentado e lento, esperando o tecido ceder. É a resposta clássica para a dor que volta sempre ao mesmo lugar mesmo depois de várias sessões boas, e para a sensação de que algo “puxa” quando você se move.

Liberação miofascial em Curitiba

Inchaço, gestação e pós-operatório

Drenagem linfática

Drenagem linfática manual usa toques muito leves, lentos e superficiais que acompanham o caminho da linfa até os linfonodos. Quem espera pressão estranha a suavidade, mas é exatamente ela que faz a técnica funcionar: pressão forte fecha o vaso linfático em vez de ajudar. É a mais procurada no pós-operatório, na gestação e no período pré-menstrual.

Drenagem linfática em Curitiba

Objetivo de contorno

Massagem modeladora

Massagem modeladora é vigorosa, rápida e profunda, aplicada em regiões escolhidas com objetivo estético de contorno. É a técnica que mais depende de constância: uma sessão isolada não entrega o que a série entrega, e nenhuma delas substitui alimentação e movimento. Antes de agendar, vale ler o que a massagem modeladora faz de verdade, e o que ela não faz.

Massagem modeladora em Curitiba

Rigidez espalhada, sem óleo

Shiatsu

Shiatsu é de origem japonesa e trabalha por pressão sustentada, feita com os polegares e as palmas ao longo de linhas do corpo. É aplicada sem óleo e percorre o corpo inteiro. Costuma servir bem a quem tem rigidez espalhada, sem um ponto único que dói, e a quem não gosta da sensação de deslizamento da massagem com óleo.

Shiatsu em Curitiba

Ponto que não cede à mão

Ventosaterapia

Ventosaterapia usa copos que criam sucção sobre a pele, levantando o tecido em vez de comprimi-lo. É o caminho para pontos de rigidez que não cedem à mão, e costuma deixar marcas circulares que somem em alguns dias. Não é técnica de sessão inteira: entra como recurso dentro de um atendimento, na região que precisa.

Ventosaterapia em Curitiba

Pernas pesadas no fim do dia

Reflexologia

Reflexologia aplica pressão em pontos específicos dos pés e das mãos. A sessão é curta comparada às demais, o que costuma ser um bom começo para quem nunca fez massagem e quer experimentar antes de marcar uma hora inteira. Serve ao cansaço geral e à sensação de peso nas pernas.

Reflexologia em Curitiba

Ansiedade e sono ruim

Auriculoterapia

Auriculoterapia é a exceção da lista: não tem manobra corporal. São pontos estimulados no pavilhão da orelha, com sementes ou esferas que ficam ali por alguns dias. Por isso ela quase nunca aparece sozinha, e sim somada a uma sessão de massagem, como apoio a quadros de ansiedade, sono ruim e dor persistente.

Auriculoterapia em Curitiba

A decisão

Como escolher pela queixa, e não pelo nome

O caminho curto: comece pela frase que você usaria para descrever o que está sentindo.

Na prática, quase toda pessoa que chega aqui se descreve de um destes cinco jeitos. Vale ler a lista de trás para frente: encontre a frase que se parece com a sua e veja onde ela costuma levar.

“Estou tenso, mas não dói em lugar nenhum.” É o caso da relaxante ou do shiatsu. A tensão está distribuída, não há um ponto para tratar, e o corpo responde bem a uma sessão que percorre tudo. Se você não gosta da sensação do óleo, o shiatsu costuma ser mais confortável.

“Dói aqui, e eu consigo apontar com o dedo.” É terreno de massagem terapêutica, com ventosaterapia entrando como recurso se o ponto não ceder à mão. Uma relaxante aqui alivia por algumas horas e devolve o problema no dia seguinte.

“Já fiz massagem várias vezes e a dor sempre volta ao mesmo lugar.” Esse padrão de repetição é a assinatura de restrição de fáscia, e é onde a liberação miofascial entra. Vale dizer com todas as letras: se o alívio nunca dura, insistir na mesma técnica não é paciência, é repetir o que já não funcionou.

“Estou inchada, sinto as pernas pesadas.” É drenagem linfática, com toque leve. E é a queixa em que mais vale confirmar a formação de quem vai atender, principalmente em pós-operatório, onde a técnica tem cuidados específicos.

“Quero trabalhar o contorno do corpo.” É a modeladora, e é a única da lista em que o resultado depende de uma série, não de uma sessão. Se alguém prometer resultado visível em um atendimento, desconfie.

A avaliação antes da sessão é o que separa uma técnica escolhida de uma técnica sorteada.
Massoterapeuta avaliando a região de queixa de uma cliente antes de iniciar a massagem corporal

Uma observação sobre frequência, porque é a segunda pergunta que sempre vem. Para tensão do dia a dia, uma sessão a cada quinze dias costuma dar conta. Para uma queixa instalada, o começo é mais próximo, semanal, e vai espaçando conforme o corpo responde. E para objetivo estético, a série é o que faz diferença. Nenhum desses números é regra: eles mudam com o seu caso, e é isso que a avaliação define.

O limite

Quando massagem não é o caminho

A parte que quase nenhum guia de tipos de massagem escreve, e que é a mais útil de todas.

Massagem tem limite, e conhecê-lo é o que separa um profissional de um cardápio. Há situações em que a resposta certa é adiar a sessão, e há situações em que ela é procurar um médico antes.

Procure avaliação médica antes de marcar qualquer técnica se a dor veio depois de queda ou pancada, se ela desce pela perna ou pelo braço com formigamento ou dormência, se veio acompanhada de febre, se apareceu perda de força, ou se você notou alteração para urinar ou evacuar junto com dor na coluna. Nenhum desses sinais é caso de maca, e um massoterapeuta que insiste neles está fora do lugar dele.

Adie a sessão se você está com febre, infecção ativa, trombose ou suspeita dela, ferida aberta ou lesão de pele na região, ou se está no meio de uma crise inflamatória aguda. Em gestação, oncologia e pós-operatório a massagem pode entrar, mas com técnica e cuidados próprios, e depois de liberação de quem acompanha o caso.

E existe o limite mais silencioso de todos: quando a causa não está no músculo. Se a sua dor nas costas vem de oito horas por dia numa cadeira sem apoio, a sessão vai aliviar de verdade, e a dor vai voltar na segunda-feira. A massagem trata o efeito com competência. Quem encerra o ciclo é a mudança do que o produz, e vale ouvir isso de quem te atende em vez de descobrir sozinha depois de dez sessões.

O que a pesquisa sustenta, e o que não sustenta

Para dor lombar, uma revisão Cochrane de 2015 concluiu que a massagem pode trazer alívio no curto prazo, com evidência de qualidade baixa a muito baixa, e sem benefício sustentado no longo prazo (Furlan et al.). Já a ideia de que a massagem reduz o cortisol, repetida à exaustão no mercado, não se sustenta: uma revisão quantitativa de 2011 encontrou queda indistinguível de zero na maioria das medições (Moyer et al.). O que a mesma revisão considera bem estabelecido são os efeitos sobre dor, ansiedade e depressão. Desconfie tanto de quem promete cura quanto de quem diz que não serve para nada: nenhuma das duas frases está na pesquisa.

Dúvidas frequentes

Perguntas frequentes sobre tipos de massagens corporais

Quais são os tipos de massagens corporais?

Os principais tipos de massagens corporais são a relaxante, a terapêutica, a liberação miofascial, a modeladora, a drenagem linfática, o shiatsu, a ventosaterapia, a reflexologia e a auriculoterapia. Elas se diferenciam pela área do corpo que cobrem, pela intensidade do toque e, principalmente, pelo que cada uma se propõe a resolver.

Qual a diferença entre massagem relaxante e terapêutica?

A relaxante segue um protocolo que percorre o corpo inteiro e é praticamente igual para todo mundo, porque o objetivo é soltar a tensão geral. A terapêutica parte de uma avaliação da sua queixa e monta a sessão em volta dela, então muda de pessoa para pessoa.

A diferença não está na força do toque, e sim no ponto de partida. Uma terapêutica pode ser suave, e uma relaxante pode ser firme.

Quais são os 3 tipos de massagem mais procurados?

Os três mais procurados são a massagem relaxante, a drenagem linfática e a massagem modeladora. A relaxante lidera por ser a mais conhecida, o que também a torna a mais mal indicada: muita gente a escolhe para tratar dor localizada, que pede massagem terapêutica ou liberação miofascial.

Qual o melhor tipo de massagem para dor nas costas?

Depende da origem da dor. Contratura responde bem à massagem terapêutica; dor que volta sempre ao mesmo lugar costuma ser restrição de fáscia e pede liberação miofascial; rigidez que não cede à mão pode receber ventosaterapia. Veja em detalhe como funciona a massagem para dor nas costas.

O que faz um massagista?

Um massagista, ou massoterapeuta, avalia a queixa da pessoa, escolhe a técnica adequada e aplica manobras manuais para aliviar tensão, dor de origem muscular e retenção de líquido. No dia a dia as duas palavras são usadas como sinônimo.

O que muda de um profissional para outro é a formação: quem fez curso técnico e especializações consegue avaliar antes de aplicar, e é essa avaliação que define se a sessão vai resolver ou só passar o tempo.

Massagem corporal emagrece?

Não. Nenhuma técnica manual queima gordura. A massagem modeladora trabalha o contorno corporal e a drenagem linfática reduz a retenção de líquido, e as duas podem mudar medida na fita, mas isso não é perda de gordura e não substitui alimentação e movimento. Quem promete emagrecimento por massagem está vendendo o que a técnica não faz.

Massagem corporal dói?

Não deveria. Algumas técnicas trazem um desconforto momentâneo quando o toque encontra um ponto contraído, e isso é diferente de dor. A referência prática é simples: se você precisa prender a respiração ou contrair para suportar, a pressão passou do ponto e o músculo vai se defender, o que trabalha contra o resultado.

Diga em voz alta durante a sessão. Pressão certa é a que o seu corpo aceita, e ela se ajusta enquanto o atendimento acontece.

Com que frequência devo fazer massagem?

Para tensão do dia a dia, uma sessão a cada quinze dias costuma dar conta. Para uma queixa instalada, o intervalo começa semanal e vai se espaçando conforme o corpo responde. Para objetivo estético, o resultado depende de uma série de sessões próximas. Esses números mudam de caso para caso, e é a avaliação inicial que define o seu.

Quem não pode fazer massagem corporal?

A sessão deve ser adiada em casos de febre, infecção ativa, trombose ou suspeita dela, feridas abertas e crises inflamatórias agudas. Dor após queda, dor que irradia com formigamento, perda de força ou febre associada pedem avaliação médica antes. Em gestação, oncologia e pós-operatório a massagem pode ser feita, com técnica adaptada e liberação de quem acompanha o caso.

A drenagem linfática realmente funciona?

Para linfedema após tratamento de câncer de mama, uma revisão Cochrane de 2015 concluiu que a drenagem linfática manual é segura e bem tolerada, e que pode trazer benefício adicional quando somada à compressão, principalmente nos casos leves a moderados (Ezzo et al.). Esse é um contexto clínico específico e não se confunde com a promessa de desinchar em uma sessão.

Referências

  • Furlan, A. D., Giraldo, M., Baskwill, A., Irvin, E., & Imamura, M. (2015). Massage for low-back pain. Cochrane Database of Systematic Reviews, 2015(9), CD001929. PubMed 26329399
  • Ezzo, J., Manheimer, E., McNeely, M. L., Howell, D. M., Weiss, R., Johansson, K. I., Bao, T., Bily, L., Tuppo, C. M., Williams, A. F., & Karadibak, D. (2015). Manual lymphatic drainage for lymphedema following breast cancer treatment. Cochrane Database of Systematic Reviews, 2015(5), CD003475. PubMed 25994425
  • Moyer, C. A., Seefeldt, L., Mann, E. S., & Jackley, L. M. (2011). Does massage therapy reduce cortisol? A comprehensive quantitative review. Journal of Bodywork and Movement Therapies, 15(1), 3–14. PubMed 21147413

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